A SAF inclui não somente alterações físicas - como problemas no crescimento - mas também psíquicas, como deficiência mental, redução do desempenho intelectual, sintomas emocionais, psiquiátricos e outros problemas de comportamento.
Como não há estudos que relacionem a quantidade de bebida alcóolica ingerida à gravidade da SAF, cada mãe que bebe álcool, mesmo em quantidades mínimas, tem potencial de risco de gerar problemas para o bebê.
Para prevenir a Síndrome Alcoólica Fetal, a Sociedade de Pediatria de São Paulo e diversos parceiros iniciaram uma importante campanha. A ideia é mostrar que uma das formas de proteger aquele pequeno ser que cresce dentro da barriga de uma mãe é não ingerir álcool. A campanha procura mostrar para as mães a versão dos bebês sobre a questão.
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Fonte: Agência Brasil


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